quinta-feira, 3 de outubro de 2013

FOTOGRAFIA NO PARQUE DE DIVERSÕES!

Fotografia já publicada. Agora maior e com cores mais fortes! Usada a longa exposição para o efeito das luzes.
Eis a cigana, o menino e o parque!

domingo, 8 de setembro de 2013

DIVULGANDO AS ARTES DE PATRÍCIA FINATO - SEUS ESCRITOS E SUA POESIA

Em suas reflexões poéticas, Patrícia Finato nos diz que o Amor é incondicional...


AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO

É preciso amar as pessoas como elas são!!!
Esta é a mais pura verdade...
Esquecemos de AMAR INCONDICIONALMENTE, independente de qualquer coisa e passamos a querer mudar as pessoas que estão ao nosso lado, que fazem parte da nossa vida, do nosso círculo, do nosso dia a dia...
Cada ser humano é o que é...
A única coisa que o AMOR TRANSFORMA, que ele muda, é a nossa própria forma de ser...
ele já me transformou inúmeras vezes...

Patrícia Finato. 27 de novembro de 2012.

Gravura colorida. De frente, detalhe do rosto de Patrícia Finato, levemente inclinado para a esquerda da imagem, delineado diferentes tons claros e escuros de cor-de-rosa e branco. Ela sorri, tem cabelos curtos, alongados até o pescoço. Ao redor do rosto, o fundo em dois tons de ocre, o mais claro circula o rosto e o mais escuro está acima da cabeça. Ocupando parte inferior da imagem,  centralizadas, volumosas e sombreadas, sobressaindo da imagem a frase AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO.
Gravura colorida de Rosa Santos

domingo, 25 de agosto de 2013

Foto Grafia "Mundo Unido"

UMA FOTO GRAFIA DE UM MUNDO UNIDO IMAGETICAMENTE

Nem que seja pelos pés, seremos uno. Pretensiosa? Quase nada! Mas se fotografar é criar mentiras, resolvi criar a minha maior de todas, de que somos um mundo unido até por nossos pés, independente dos caminhos que percorremos.

Essa fotografia já foi publicada. A partir de um par de pés em fotografia monocromática, criei uma sequencia de oito pés, horizontalmente espelhados (a primeira fotografia abaixo), unidos pelo calcanhar, depois colorizados (a segunda fotografia). São pares de pés colorizados com marrom escuro, marrom claro e branco, três das nossas cores melaninas (qual a sua cor melanina?), e nas duas extremidades, um pé à esquerda e outro à direita finalizando os pólos da diversidade representada nas cores. Na extermidade esquerda o pé foi colorizado com as cores do arco-íris, em listras diagonais, uma alusão à bandeira do movimento LGBT (leia mais sobre este movimento), e na outra extremidade, à direita, o pé foi colorizado em vermelho e preto, alusão à pintura corporal dos indígenas brasileiros (leia mais sobre pintura indígena). Qual seria sua interpretação imagética e imaginária diante desta pretensão?

Fotografia monocromática. Sobre um fundo preto, ocupando toda a imagem, da esquerda à direita, em tonalidades de cinza e branco, são vistos os oito pés humanos, repetidos em pares, um ao lado do outro, unidos por seus calcanhares e plantas ajuntadas, como se fossem mãos em oração. Quando na união das plantas, nas curvaturas, os pés se encaixam, um mais em cima e o outro mais abaixo.Junte as plantas dos seus pés, abaixe um pouco o pé esquerdo. É isto!
Fotografia de oito pés humanos colorizada. Pés em pares, alinhados por seus calcanhares e plantas ajuntadas. Da esquerda para a direita, pé esquerdo com listras diagonais coloridas, unido pela planta ao segundo pé direito marrom escuro, unido ao terceiro pé esquerdo marrom escuro, unido ao quarto pé direito marrom claro, unido ao quinto pé esquerdo marrom claro, unido ao sexto pé direito branco, unido ao sétimo pé esquerdo branco, unido ao oitavo pé direito em vermelho com listra preta ao redor do calcanhar.





sexta-feira, 16 de agosto de 2013

POEMA "DOCE ROMA"


DOCE ROMA

Amor é doce que não aborrece,
sentimento que não entristece,
dá-lo não empobrece,
recebê-lo só engrandece.

Amor é doce que não aborrece,
fantasiado quando não se sente,
velado quando se detém.

Amor é doce que não aborrece,
repartido ou isolado, cresce,
enlouquecido é destruidor.

Amor é doce que não aborrece,
quando em desgaste, não se iluda,
em plenitude se desfalece, perece
e no infinito, morre.

POEMA "MACUMBA"


MACUMBA

No temas mi enamorado
Macumba no es malo
puede ser mi sonido
nosotros, dos tambores unidos
aún que lejos
nosotros seremos dos halos.

No temas mi enamorado
voy hacer una Macumba para usted
voy a golpear mi corazón
el sonido alcanzará su emocíon
y llegará en su oído
es la angustia de mi pasión
mi único sonido repetido
Tum, tum, tum.

domingo, 28 de abril de 2013

POEMA "AQUI"

AQUI



Aqui eu sou livre e crio palavras,

aqui eu sou livre e recrio imagens,

aqui eu sou livre e faço arte,

Só aqui?

sábado, 13 de abril de 2013

FOTOGRAFIAS DA PRAÇA

As praças podem ser espaços urbanos de convivência ou de passagem, onde gerações diferentes podem se encontrar ou são encontradas. Encontrei-as e fotografei.

Fotografias da praça Wilson Joffre, em Cascavel no PR.

Fotografia P e B. Praça ensolarada. Sombra das árvores refletem no chão. Pessoas com agasalhos de frio. À direita, pouco distanciadas, juntas, mulher idosa e menina em pé num equipamento de metal tubular, movimentam pernas em vai e vêm, pés sobre pedais,seguram-se no tubo a frente do corpo. A mulher, séria, de óculos, cabelo curto, apoia sacola no braço esquerdo, olha para frente. Menina sorri olhando para os pés, cabelos longos, pretos. À esquerda, 2 homens idosos, 1 em pé, outro de costas sentado no banco.


Fotografia P e B. No centro da imagem uma pista de caminhada numa praça ensolarada. De costas, caminham na pista, de braços dados, uma mulher idosa de cabelos curtos e menina de cabelos longos e presos. Usam agasalhos, moletons, tênis. À esquerda da pista, canteiro alto com gramado, três troncos grossos de árvores enfileirados e à direita, canteiro baixo com gramado, lixeira, calçada e via pública. Ao fundo, árvores, copas arredondadas, uma araucária, veículos estacionados, prédios altos, céu sem nuvens.