quarta-feira, 23 de junho de 2010

Poema

GOLE DE ARTE

Vire a cabeça

beba arte
glute, glute, glute.

Fotografia de autor

Luz e Sombra – Título da fotografia


Descrição da imagem
Onde se lê “retângulo”, é referente ao formato da imagem, retangular. O retângulo está com dimensão maior na base, que na altura. Ao fundo vê-se uma superfície de frente, vertical, com textura na cor bege, assemelha-se a uma parede. São vistas sombras sutis nos quatro cantos do retângulo, na cor preta e tons mais escuros de bege. Vê-se uma das extremidades de um fio um pouco afastada do canto superior esquerdo do retângulo, é um fio idêntico ao *fio de telefone fixo, como o formato de uma *mola. A extremidade do fio sai da parte superior do retângulo e desce quase retilíneo, faz uma leve torção um pouco para a direita na metade do percurso e continua descendo no sentido da parte inferior do retângulo da imagem, executa uma curva aberta no sentido anti-horário e retorna para cima na direção de onde partiu, chegando ao meio. Se encontra repetindo a leve torção no centro desta vez mais à direita. Continua subindo até a parte superior do retângulo, e termina paralelo no lado direito, junto à extremidade inicial. A cor do fio é bege devido à incidência de uma luz na mesma cor, iluminando as linhas helicoidais do fio por todo o lado esquerdo do objeto, imprimindo tonalidades diferentes de bege no objeto e na superfície com textura. A luz passa pelo objeto e reflete uma sombra diferente do seu formato. A sombra está posicionada ao lado direito do fio. Como se trata de uma sombra não se vê volume, apenas uma mancha na cor preta. Vê-se uma sombra cujo desenho da mancha inicia com um formato de V um pouco inclinado à esquerda, na extremidade superior do retângulo, proximo as extremidades do fio.Logo abaixo se vê o vértice do V unindo-se com o restante do desenho formado por linhas na posição horizontal, numa espessura aproximada ao fio. Mostra várias interseções seriadas de linhas se fundindo em alguns espaços. O formato da sombra se assemelha a uma *estrutura de um tubo onde o centro é mais largo que suas extremidades, ou bases.


*Alguns termos foram usados apenas com finalidade de comparar formas existentes na imagem a objetos conhecidos pela maioria das pessoas.

domingo, 20 de junho de 2010

Nossos tempos

O Design Universal, não, vamos tornar o termo acessível para a nossa língua? O Desenho Universal, mesmo contrariando um pouco, o que já está preconizado no Brasil sobre o uso do termo “Design”. O Centro de Desenho Universal nos Estados Unidos estabelece que o Desenho Universal deve atingir o desenvolvimento de todos os produtos e ambientes para que sejam utilizáveis por todas as pessoas, independe da idade, habilidade ou situação, e esse objetivo não é fácil, mas tornando-se uma meta, é possível empenhar-se nessa luta e obter os resultados que já existem, e outros que virão. O uso de novas tecnologias torna cada vez mais a vida dos usuários, nós essas pessoas, independentes.
Querendo saber mais, bem mais, visite o site, não acessível em Português, mas podemos usar as ferramentas acessíveis, como os tradutores, o link para o site é

http://www.design.ncsu.edu/cud/index.htm

O desenvolvimento dos produtos e de tecnologias, não são suficientes para o acesso universal nas relações humanas, mas são intermediadores, facilitadores, afinal os produtos são as extensões dos nossos corpos, daquilo que não podemos realizar, eles são nossos aliados, mas precisamos também de outros humanos, com suas ações universais.

sábado, 19 de junho de 2010

Teatro de rua

Uma cena como essa não se deixa passar em vão, não costumo fazer esse tipo de registro, mas também experimento o Teatro, como espectadora, vi, ouvi e percebi, naquela praça, pessoas coloridas, sorrisos, atores, aplausos, numa avenida chamada Brasil, numa cidade chamada Cascavel. Havia espetáculo na rua, teatro na rua, e que é parte da programação do SESC Cascavel neste mês de junho, a peça "Aconteceu no Brasil, Enquanto o ônibus não vem", apresentada pelos atores da Cia Arte da Comédia de Curitiba, PR.



Descrição da imagem.
Fotografia colorida. Vê-se em primeiro plano várias pessoas de costas observando mais adiante um palco, com cortinas amarelas. Em cima do palco no lado esquerdo uma atriz em pé, com o corpo voltado para o lado direito, olhando em sua frente outra atriz que dança, esta, está de frente para o público, com os braços abertos. Nas laterais e atrás do palco, algumas árvores. No lado direito algumas fachadas de lojas com suas portas abertas. As roupas das pessoas que observam a cena, são coloridas, há pessoas com mochilas, boné, cabelos pretos, louros, castanhos, compridos, curtos, amarrados e soltos, há pessoas altas, baixas, brancas, morenas e negras.

Fotografia de autor


Descrição da imagem.
Fotografia em preto e branco. Num fundo preto, aparecem duas mãos que se apertam, entrelaçando seus dedos. No primeiro plano, aparecem os dedos polegares das mãos direita e esquerda, entrelaçados, numa aparente impressão de força, entre ambos. Após os polegares, vê-se uma área pequena do dedo indicador da mão esquerda, posicionado na superfície externa da mão direita, vê-se parte da falangeta e unha. O outro indicador não está nítido. Os demais dedos não aparecem. São vistos os dois pulsos e a textura da pele, em todas as áreas das mãos, evidenciadas pela luz branca, e sombras sutis aparentes.


Execução da fotografia.
A câmera foi fixada num suporte, configurei na opção macro, com uso de flash e dez segundos para o cronômetro, apertei as mãos entrelaçando os dedos posicionando-as em frente à lente, mantendo distância aproximada de vinte centímetros. As mãos foram posicionadas abaixo de uma superfície com sombra, para obter resultado com fundo escuro e usado o flash para evidenciar as superfícies convexas. O disparador disparou automaticamente após os dez segundos e estava pronta a fotografia, feita por mim e minha câmera.
Uso um truque, deixo as mãos ressecadas quando desejo que a textura da pele seja ressaltada.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

"Ceguinho é a Mãe"

Com o título "Ceguinho é a Mãe", o humorista Geraldo Magela, http://www.ceguinho.com.br , e seu humor peculiar, ficou conhecido no Brasil, também com este espetáculo. Inspiro-me nesta frase, para falar da necessidade de mudanças, onde ainda se faz necessário, falo da acessibilidade na comunicação e na arte, e falo sem muita propriedade, mas porque também estou experimentando. Por uma necessidade pessoal, o blog foi criado e minhas informações precisam e devem tornar-se acessíveis. Ora, acessível é, muita coisa, e é. Já iniciei mudanças, uma delas é a descrição de imagens. E ninguém fica só nesse processo, tenho o amigo Diniz, com o http://www.mundocegal.com.br e http://www.leondeniz.com e referências importantes, que informo em "Sítios Legais com Acessibilidade para Todas as Pessoas", conto com portas on line e físicas, umas abrem mais rápido, outras demoram um pouco, o processo é assim. Informo algumas portas neste blog, para que você que está lendo, com ou sem um leitor de tela, também chegue até eles. Achamos tão bom ter acesso ao que queremos, não é? Pois saibam, que melhor ainda é tornar o seu blog, a sua arte, e sua comunicação acessível a todas as pessoas.

Fotografia de Autor


Uma representação simbólica de um Presépio de Natal.


Descrição da imagem.
Em um fundo preto se vê uma mão esquerda, semiaberta, com uma pequena luminária de plástico transparente na cor azul no formato de estrela, na posição horizontal, deitada sobre a palma da mão. O objeto emite luz azul, colorindo a palma da mão, e também parte das áreas dos cinco dedos nas proximidades da luz. O polegar está mais inclinado no sentido da estrela e os demais estão alinhados.